sábado, 12 de setembro de 2020

Triunidade, não

Estas são Escrituras que mostram claramente que o Filho não é o próprio Altíssimo, como muitos afirmam. 

O Altíssimo é imortal, nunca morreu. 1 Timóteo 1.17, 6.16 (a quem homem algum jamais viu); Daniel 12.7

O Filho está sujeito ao Pai Criador. 1 Coríntios 11.3, 15.24-28 (então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou)

O Cordeiro é nosso irmão e Mediador. 2 Coríntios 5.18-21; 1 Timóteo 2.1-7; Hebreus 2.10-18, 4.14-16, 5.5-10, 8.25 (vivendo para sempre para interceder por eles), 9.27-28 

O Filho não se ressuscitou, mas foi ressuscitado pelo Todo-poderoso. Gálatas 1.1; Efésios 1.15-23; Filipenses 2.9-11; Colossenses 2.11-12; Hebreus 11.17-19,  13.20-21

O Soberano nunca foi tentado. Tiago 1.13-15; Hebreus 4.15; Lucas 4.1-13 

O Filho e o Pai são pessoas distintas. 2 Pedro 1.16-21; 1 Pedro 2.4-8; Tiago 2.19 (crês tu que YHWH é um só?); Hebreus 1.5-14; 1 Colossenses 1.13-20; Marcos 12.28-37; Apocalipse 5.6-14, 6.15-17, 7.10, 12.10, 14.1,4, 19.10, 21.22-23 

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Comentário sobre casamento

Aprendamos a julgar com a retidão que nos foi legada pelas Escrituras: não seria o correto que o homem ou mulher em adultério voltasse para a esposa ou esposo que aguarda (sem um novo compromisso) a restauração do casamento e da família? Imagine aquela mãe solteira abandonada por um homem infiel, aguardando o pai da sua criança de volta do laço em que caiu. E tem mais: assim como foi no deserto sobre o Maná e a carne, assim também o casamento é sombra do Definitivo, no Arrebatamento. Portanto, se violarmos como os israelitas violaram o que fora proposto pelo próprio Criador, e nós numa Aliança superior àquela, não colheremos o fruto das injustiças? O compromisso social do casamento e com a família da virgem estava centrado no quesito reprodutivo (exatamente para que ninguém criasse o filho de outro homem sem saber), mas tem vários outros aspectos emocionais envolvidos. A Escritura relata as palavras do Mashiach ensinando que não devemos separar o que YHWH uniu.

Agora dou minha opinião, fora da Escritura: se não houve filho, e ambos já assumiram novo compromisso social, TALVEZ seja lícito. Porque se houver filho, a parte repudiada pode querer muito criar seu filho, mais do que estar com um novo cônjuge, então nesse caso, não seria bom nem cordial separar pai ou mãe de filho do convívio diário. O assunto é delicado mesmo, mas todos os convertidos serão guiados pela Presença de YHWH a fazerem o que sabem ser o certo.